sexta-feira, 15 de julho de 2011

Sintese do projeto do Arraial da Escola Alkindar

Após várias pesquisas desenvolvidas através de entrevistas com pessoas de regiões diferentes, meios de comunicação e leituras diversas, tivemos a oportunidade de observar o quanto à cultura popular do arraial, tem influenciado no desenvolvimento econômico, na transformação da linguagem, na culinária, nas danças, nas musicas, nas indumentárias e na criatividade da sociedade brasileira, fazendo com que, a transformação social aconteça de uma forma abrangente em todas as regiões do País.
Dentro deste contexto, podemos concluir que, independentemente de nacionalidade, crença ou situação econômica o ser humano necessita incondicionalmente da manifestação e da transformação cultural para tornar-se parte de uma sociedade com características peculiares. O projeto aconteceu com o intuito de proporcionar a comunidade escolar esta oportunidade de conhecer, pelo menos em parte, um pouco da diversidade cultural da região norte relacionada aos festejos juninos.
Sendo assim, podemos afirmar que, um povo sem cultura é um povo que não tem identidade própria.

Projeto Resgate do arraial da Escola Alkindar

terça-feira, 7 de junho de 2011

Sites de biologia, site para quem gosta do assunto

http://www.todabiologia.com/
http://www.sobiologia.com.br/
http://www.biologo.com.br/

Contextualizando a mudança: da teoria à prática

Contextualizando a mudança: da teoria a prática

Dentro da sala de aula o diálogo é o caminho mais viável na construção de um conhecimento consistente de confiança e duradouro, é através dele que o professor consegue ter a percepção das dificuldades e habilidades de seus alunos. Neste ambiente salutar os alunos oportunizam situações que possibilitam uma interação onde o diálogo passa a ser a base de um bom relacionamento dentro e fora do ambiente escolar.
O professor pode aproveitar este momento de conversa, muitas das vezes informal, para esclarecer dúvidas a respeito dos mais variados assuntos, que nem sempre está na grade curricular, mas, que com certeza fazem parte dos Temas Transversais.
Neste contexto nada mais próprio que utilizar estes momentos e favorecer , bem como instigar a utilização de tecnologias, principalmente nas atividades desenvolvidas na sala de multimídias com a supervisão do professor para pesquisas atinentes.

Biologia é vida.

Conceituando hipertextos

O que é hipertexto?

Os hipertextos, seja online ou offline são informações textuais combinadas com imagens, sons, organizadas de forma a promover uma leitura (ou navegação) não-linear, baseada em indexações e associações de idéias e conceitos, sob a forma de links. Os links funcionam como portas virtuais que abrem caminhos para outras informações. O hipertexto é uma obra com várias entradas, onde o leitor/navegador escolhe seu percurso pelos links. Lemos (2002, pag. 130 apud Aquino, online)
Conforme o que foi pesquisado, pode-se perceber que o hipertexto nos dá a liberdade de navegar livremente pelo texto e ainda ter a possibilidade de acessar outras informações através de links que nos levam a outros textos. Ele ainda possibilita ao acesso a outras hipermídias (audiovisuais) que acabam por enriquecer o texto principal. Enfim, a sua característica não-linear não atrapalha a leitura pois não existe uma obrigação na ordem de navegação.

Experiência de navegação em hipertextos

A navegação foi bem interessane, nada de anormal.

Webquest

A WEBQUEST é muito mais que a simples internet, pois a rede se transforma apenas em uma referência, a Webquest passa a ser um forte indicador de fontes muito diversificadas, como por exemplo, os jornais, as revistas, e os livros e principalmente a própria internet passa a ser uma importante fonte de informações, para realizar as atividades propostas, pois a utilização das paginas da web como fonte de estudo os alunos tem a vantagem de manter conteúdos mais atualizados, já que a maioria não tem a possibilidade de estar comprando livros para se manterem informados sobre novas. A função do professor neste contexto é de facilitar a aprendizagem e neste novo caminho o professor deverá descobrir o lugar didático dessa tecnologia passando a ser o responsável não por ensinar o aluno, mas por orientar-los nas mais diversas opções de construção do conhecimento.

Quem sou eu como professor e aprendiz

Vejo-me hoje como educadora, como uma sinalizadora de possibilidades onde também estou envolvida no processo de aprendizagem constante. Reconheço-me como eterna aprendiz e isto me torna atenta aos novos acontecimentos, sensível a novas informações do dia a dia. Procuro colocar  junto aos alunos como professora-ensinante e professora-aprendiz. Se aprendo mais, de verdade, se consigo ensinar para o outro à aprendizagem também para mim, assim , entenderei melhor os mecanismos de ensinar e aprender, entenderei também as dificuldades dos meus alunos.